sobre mim
Passei onze anos dentro do Sesc-RS — entrei pelo design gráfico, depois fui para UX, até fundar uma prática que não existia lá antes e chegar a um Design System que abrange quatro instituições. Me importo mais com sistemas do que com telas — com a lógica por baixo, não só com a aparência.
IA que potencializa, mas não define.
Todo projeto começa por entender a pessoa ou a marca por trás dele. Essa parte continua humana. As ferramentas vêm depois — prototipação e automação para idear e testar mais rápido. A IA entra para potencializar uma solução centrada nas pessoas, não para substituí-la.